Onde estão nossas conexões


           
          Nos conectamos a tudo e a nada no momento atual. Nos conectamos a aplicativos, pessoas nos aplicativos, jogos, meios de mídia, modas e tendências. Calma este não é mais um post chato sobre "ó ninguém mais fala com ninguém", pois quem sabe falar e quem quer falar fala mesmo assim e mais os tímidos ganharam com os meios de conexão online uma grande ferramenta de conexão não violenta (para sua timidez) com o mundo la fora. 

          Quando falo das nossas conexões estou falando das conexões inconscientes que nos fazem mal ou bem. Na afã de sermos eficientes ou estar na tendência começamos a esquecer do que realmente nos faz bem ou mal indo no embalo daquela música absurdamente desafinada ou usando aquela roupa desconfortável ou pior ainda, saindo com aquele cara que ficou horroroso de barba só porque agora todo mundo quer usar. 
                                Dores de cabeça, desnorteamento, cansaço excessivo, memória recente escapando e uma sensação de "sei la o que, entende" ficam ali assombrando. 
                 
                    Uma certa vez um mestre de luz...(contei que sou sensitiva, médium, psyquic ou qualquer outro nome destes para quem não é doido e fala com pessoas do "outro lado da vida" - nunca vi que tinha outro lado...estavam só ali de pé na minha frente falando)...me disse que não importa o tipo de música, ou cor (preta, roxa, vermelho berrante, branco...what ever) o que importa é o que ela faz em você. 
                                     Hoje estudando cada vez mais a maravilhosa obra de Rupert Sheldrake sobre campos mórficos é facil perceber o óbvio: nós somos como reagimos ao mundo e não o que mundo faz conosco. Assim se você entrem em transe de paz com Metal pesado usando preto, ali você é feliz e ficará sendo torturado pelo sertanejo na beira da praia como arrancar unhas na idade média. Se curte o mesmo sertanejo e aquela bota cowboy fica confortável com meia de tênis então ali você será feliz. Eu particularmente preciso de brisa, amo vento. Brisa na beira de algum lugar com árvores, música anos 80 e 90 a som médio (morro com som alto) ou sem música...som de folhas de arvore ao vento são bons e isso me reenergiza mais que tomar 5 litro de café. É onde me conecto ao meu eu. 
                                   Observe-se, veja se não está longe de sua conexão. Conectar a fonte de energia do nosso eu é fundamental e nem sempre isso ocorre ouvindo mantras, sim eles podem irritar e incenso dar alergia. A conexão de cada ser é individual. Descobrir a sua é recarregar de vez suas pilhas e centrar seu holos. 
                                       Good conections for all!




p.s. o programa de diagramação do blogger esta muito ruim....

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